Más colheitas e seca podem piorar a crise alimentar no Haiti

Artigo publicado pela Agência Thomson Reuters estima que 1,5 de haitianos estão sujeitos à fome por causa de más colheitas e o aumento dos preços dos alimentos, de acordo com dados do Programa Mundial de Alimentos da ONU (PMA)

Segundo o artigo publicado na semana passada, o impacto acumulado das secas e dos furacões Isaac e Sandy resultou em fracas colheitas e na escassez de alimentos, enfraquecendo o já frágil abastecimento alimentar no Haiti. Como resultado, as comunidades rurais pobres, especialmente no norte e sul da zona rural do país, estão lutando para sobreviver e não têm comida suficiente para alimentar suas famílias, segundo o PMA.

A nota publicada reforçou a preocupação do PMA com a situação da segurança alimentar e nutricional no país: "Preocupa-nos muito que 1,5 milhões de pessoas no Haiti estejam encarando grave insegurança alimentar, o que significa que eles precisam de assistência alimentar e não têm todo o alimento que necessitam para uma vida plena e ativa", afirmou Alejandro Lopez-Chicheri, porta-voz Sênior do PMA para a América Latina América Latina à Fundação Thomson Reuters.

"Outros 6,7 milhões de pessoas estão lutando para suprir suas próprias necessidades alimentares regulares. Nossa principal preocupação são as crianças, mulheres grávidas e mães que amamentam". O artigo ainda afirmou que os níveis de desnutrição no Haiti tendem a piorar, uma vez que a falta de chuvas e sementes atrapalhou a produção alimentar por parte dos agricultores.

Leia o artigo completo (em inglês), no site da Fundação Thomson Reuters.

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