Recuperação no Chaco paraguaio avança com apoio do Brasil


Em um evento organizado pela Embaixada do Brasil no Paraguai, o Programa Mundial de Alimentos apresentou os progressos da cooperação no Chaco paraguaio. Na presença de representantes da Embaixada do Brasil no Paraguai e as autoridades nacionais, o PMA informou o status das atividades implementadas no Chaco paraguaio com fundos concedidos pelo Governo do Brasil para a agência das Nações Unidas.

Como resultado desta cooperação trilateral entre o governo do Brasil, o governo do Paraguai e o PMA, desenvolvida em 2013, cerca de 3600 famílias receberam ajuda alimentar por meio das modalidades “comida por trabalho” e “comida por treinamento” (Food for Work). Ambas as modalidades de trabalho foram priorizados pelas próprias comunidades no Chaco, como forma de promover a recuperação de seus meios de subsistência, gerando renda, fortalecendo suas capacidades e melhorando a situação nutricional de suas famílias através de pequenos projetos de construção de hortas familiares, pastagens e currais, tanques de limpeza, seleção e divisão de terrenos para habitação, e eletrificação. Além disso, as comunidades escolheram temas relacionados à água e saneamento, limpeza e higiene, fabricação de tijolos e primeiros socorros para suas capacitações.

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Brasil anuncia contribuição para refugiados Sírios na Jordânia

 

Uma contribuição de US$150 mil para o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) foi anunciada na semana passada.

O Ministério das Relações Exteriores anunciou na última sexta-feira (28/06) que o Brasil deverá contribuir com US$ 150.000,00 em cooperação humanitária para a atenção a refugiados Sírios na Jordânia. A doação, destinada ao Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados, deverá apoiar as atividades do ACNUR em benefício dos refugiados Sírios em território jordaniano.

O conflito na Síria, que até agora resultou em mais de um milhão de refugiados – e espera-se que no ritmo atual o número passe de 3 milhões ao fim de 2013 – e em milhares de mortos representa uma das maiores crises humanitárias dos últimos anos: de acordo com dados da ONU, cerca de 6,8 milhões de pessoas necessitam de assistência humanitária urgente em decorrência do conflito. A maior parte desses refugiados tem fugido em direção às fronteiras da Jordânia e do Líbano, cuja saída diária se acelerou nos últimos meses e continua a crescer todos os dias. De acordo com dados do ACNUR, até o final de junho de 2013, a Jordânia recebeu mais de 419 mil refugiados registrados, o que representa cerca de 8% da população da Jordânia. Até o final de 2013 o governo da Jordânia espera receber mais um milhão de refugiados sírios, o que significa que o país deverá desafios econômicos e políticos significativos ligados a este afluxo de refugiados.

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Parcerias para superar a fome e a pobreza: PAA África no Malaui

 

Leia o artigo de Samson Kankhande (FAO) e Irene del Río (PMA), pontos focais para o PAA África no Malaui, e aprenda mais sobre como a parceria PMA-FAO funciona no campo, com diálogo e colaboração.

Em Mvera, distrito de Dowa, os agricultores da Sociedade Cooperativa Kaso Producers & Marketing sabem muito bem o que a colaboração entre a FAO e o PMA significa, já que ela mudou as suas vidas.  A iniciativa Purchase for Progress do PMA já havia inscrito a organização de pequenos agricultores em 2010 e havia reforçado a capacidade dessas organizações de vender para o mercado. A Kaso passou a obter lucros com a venda de seus produtos – algo que a maioria de seus membros nunca tinha conseguido fazer antes de começar a vender para o PMA – e a ganhar confiança suficiente e aprender boas práticas de negócios para lidar com outros compradores. No entanto, as quantidades que a organização conseguia vender eram limitadas pelo fato de que os produtos eram armazenados em um velho container fora de sua vila. A FAO apoiou a organização, incluindo-os no projeto Banco de Grãos, com a construção de um armazém e com treinamento para gestão de armazéns, o que levou a cooperativa quase dobrar suas vendas coletivas na temporada seguinte, aumentando o seu lucro em comparação com anos anteriores. Eles também sabem que não só a sua comunidade goza de segurança alimentar devido ao banco de grãos, mas também que os alimentos que venderam ao PMA foram distribuídos para alimentar malauianos em outras áreas do país.

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Más colheitas e seca podem piorar a crise alimentar no Haiti

Artigo publicado pela Agência Thomson Reuters estima que 1,5 de haitianos estão sujeitos à fome por causa de más colheitas e o aumento dos preços dos alimentos, de acordo com dados do Programa Mundial de Alimentos da ONU (PMA)

Segundo o artigo publicado na semana passada, o impacto acumulado das secas e dos furacões Isaac e Sandy resultou em fracas colheitas e na escassez de alimentos, enfraquecendo o já frágil abastecimento alimentar no Haiti. Como resultado, as comunidades rurais pobres, especialmente no norte e sul da zona rural do país, estão lutando para sobreviver e não têm comida suficiente para alimentar suas famílias, segundo o PMA.

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Brasil: Cooperação Internacional Humanitária

Levando ajuda a quem precisa, e apoiando a produção local para garantir o acesso aos alimentos, combatendo juntos a fome, a pobreza e a exclusão pelo mundo.

Para o Governo brasileiro, a cooperação humanitária é um elemento chave no enfrentamento da insegurança alimentar e nutricional, enquanto um desafio global, e bem como na prevenção, gestão e resposta aos cada vez mais frequentes desastres socio-naturais.
Por essa razão, nos últimos anos, o Brasil intensificou suas ações de cooperação humanitária internacional, seja por meio de contribuições voluntárias às Organizações Internacionais, de doações de alimentos em parceria com Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas (PMA), e ainda através das Embaixadas brasileiras ao redor do globo.

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Apoio ao desenvolvimento sócio-econômico e organizacional da pesca artesanal

Como parte da recuperação da orla costeira da comuna de Arauco, afetada pelo terremoto e tsunami de 2010, pescadores artesanais da região de Tubul, na cidade de Arauco, Chile serão apoiados pelo projeto "Apoio ao desenvolvimento sócio-econômico e organizacional da pesca artesanal", uma das iniciativas do Programa de Cooperação Humanitária entre a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) e o Governo do Brasil. Neste caso, mais de 500 pescadores artesanais de Tubul aprenderão a realizar o manejo sanitário adequado de seus produtos em todo o processo de pesca, permitindo uma melhor conservação dos peixes, uma maior capacidade de produção, redução de custos e ampliação dos seus rendimentos.

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